JSD Braga: “Miguel Corais quase destruiu a Feira do Livro
Sábado , Maio 30 2020 Periodicidade Diária nº 2467
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JSD Braga: “Miguel Corais quase destruiu a Feira do Livro

João Rodrigues, presidente da JSD Braga, veio a público manifestar “espanto e estupefação” pelas declarações de Miguel Corais acerca da Feira do Livro de Braga.

Para João Rodrigues, “Miguel Corais vem querer fazer valer uma espécie de solução para o problema que ele próprio criou. Tudo como se não tivesse sido ele o principal responsável pela situação difícil que a Feira do Livro de Braga passou e que, felizmente, está agora a ser corrigida”, lembrando que Miguel Corais foi, durante o último mandato de Mesquita Machado, o responsável pela organização do certame.

“Miguel Corais quer, à força e à pressa, tentar inverter os papéis. No entanto, quem assumiu o papel de “quase-coveiro” da Feira do Livro, não pode vir agora querer fazer o papel de “médico”. Não é assim que as coisas funcionam”, sintetizou o líder da JSD, que lembrou que a atual administração da InvestBraga se tem empenhado em “melhorar, de forma evidente, a Feira do Livro de Braga”.

João Rodrigues lembrou, ainda, que foi com a nova administração da InvestBraga que se deu “uma das melhores inovações no âmbito da organização da Feira do Livro, que se deslocou para a Avenida Central, numa lógica de trazer para junto das pessoas o certame, envolvendo os bracarenses e também quem visita a cidade, numa lógica de democratização no acesso à cultura”.

Para a JSD Braga, este episódio revela o estado em que se encontram as “hostes socialistas”. “Na ausência de ideias e de alternativa ao caminho que tem vindo a ser seguido e que tem dado excelentes resultados, Miguel Corais, quase sempre sozinho, tem vindo a público fazer uma de duas coisas: ou aponta caminhos idênticos aos que têm vindo a ser seguidos por Ricardo Rio ou critica a atuação do atual executivo municipal sem qualquer tipo de fundamento, muitas vezes para se desdizer logo de seguida. O PS Braga não sabe o que dizer a três meses das eleições autárquicas. Está perdido. Não se constituiu até hoje, sequer, como mera hipótese, mesmo que remota, de alternativa”, ressalva, ainda.

“Como é que alguém que não tem sequer um fio condutor para a campanha eleitoral quer liderar o destino de um município como Braga? Para se ser presidente de Câmara, não basta ter-se o apoio de metade de um partido. Muito pelo contrário: é preciso demonstrar que se tem capacidade para desempenhar o cargo, que se tem ideias e que estas são as melhores para o território que nos propomos gerir. É preciso, portanto, fazer tudo aquilo que Miguel Corais não só não conseguiu, como também não se vislumbra que venha a conseguir fazer”, concluiu João Rodrigues.

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