Município inicia processo de execução do Parque das Sete Fontes
Terça-feira , Maio 26 2020 Periodicidade Diária nº 2463
Principal / Notícias / Município inicia processo de execução do Parque das Sete Fontes

Município inicia processo de execução do Parque das Sete Fontes

Foi apresentado hoje o Plano de Execução do Parque das Sete Fontes. Para desempenhar esse trabalho foi reunida uma equipa de especialistas na área da perequação, da negociação fundiária e na execução dos planos e na área paisagista e de direito do urbanismo.

A equipa – que terá como missão a elaboração de estudo de enquadramento urbanístico e de estratégia executória, o estudo prévio e projeto de execução do Parque e a negociação fundiária com os proprietários para o Parque das Sete Fontes – será coordenada pelo Professor Jorge Carvalho (planeamento); pela Professora Fernanda Paula (jurista) e pela Arquiteta Teresa Andresen/ António Moreira (paisagista).

Como salientou Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo da Câmara Municipal, este conjunto, classificado como Monumento Nacional em 2011, tem ‘um inequívoco e incontestável valor patrimonial’ e tem sido alvo de’´inúmeras diligências’ por parte do Executivo com vista à sua recuperação, promoção e valorização.

Destas ações destacou a exclusão da zona de construção prevista em anterior Plano Diretor Municipal para essa área e a delimitação daquele espaço como Unidade Operativa de Planeamento e Gestão, visando uma intervenção integrada para toda a zona. “A Salvaguarda das Sete Fontes, uma prioridade assumida desde o primeiro momento pelo Executivo Municipal, está hoje assegurada, podendo agora ser dado início à etapa de execução do projeto do Parque”, referiu.

Segundo Ricardo Rio, é fundamental que este seja um processo aberto e transparente, em que as opções tomadas sejam ‘compreendidas e amplamente discutidas’. “É importante que continue a existir uma forte mobilização das instituições públicas, associações e cidadãos e uma unanimidade política em torno do Parque das Sete Fontes. Braga merece este espaço e para que seja uma realidade o mais rapidamente possível todos temos de colaborar nesse sentido”, afirmou.

Sem esconder a complexidade do processo de criação do Parque e as suas múltiplas dimensões, o edil manifestou a vontade do Município em desenvolver um ‘diálogo intenso e contínuo’ com os prioritários dos terrenos da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão (UOPG) para a criação do Parque, de modo a encontrar ‘soluções que vão ao encontro das pretensões de todas as partes’.

Ricardo Rio lembrou que “a existência de uma UOPG em sede de PDM para esta área obriga à concertação de vontades entre todos os proprietários, sendo que no quadro do plano de execução do Parque serão previstas zonas de construção nas zonas periféricas do espaço, de forma a gerar mais-valias a partilhar pelo conjunto dos proprietários que mitigarão o custo das parcelas a disponibilizar para o Parque”.

Acerca Braga TV