CDU critica inversão de prioridades municipais
Sexta-feira , Julho 3 2020 Periodicidade Diária nº 2501
Principal / Notícias / CDU critica inversão de prioridades municipais

CDU critica inversão de prioridades municipais

A CDU visitou a freguesia de Espinho, durante esta semana, onde percorreu alguns dos caminhos que os agricultores precisam de fazer para chegar aos seus terrenos.

Carlos Almeida, candidato à presidência da Camara Municipal de Braga, acompanhado por Carla Cruz e Bárbara Barros, candidatas à Assembleia Municipal, e por membros da lista da CDU em Espinho, tiveram dificuldades em atravessar muitas das ruas da freguesia. “Foi em condições lastimáveis que os candidatos da CDU encontraram estas ruas”, refere o candidato à presidência da Camara Municipal de Braga.

“Não seria possível acreditar no estado em que estas ruas estão caso não tivéssemos acabado de as atravessar, ainda que em alguns momentos a muito custo”, explicou Carlos Almeida, acrescentando que “não estamos a falar de caminhos privados, mas sim de ruas, devidamente identificadas, públicas, e que desembocam noutras ruas”.

A CDU criticou a falta de investimento e concretização de melhorias nos acessos naquela freguesia, iminentemente rural. Carlos Almeida falou em “completo abandono de uma freguesia onde a agricultura ocupa grande parte das famílias”.

O vereador comunista apontou assim fortes críticas à maioria no executivo municipal, lembrando a criação de um gabinete de apoio ao agricultor em fevereiro, que tinha o propósito de “contribuir para o desenvolvimento económico do concelho com a promoção sustentável do mundo rural”.

“Cria-se um gabinete para a promoção sustentável do mundo rural. Está a decorrer, inclusive, a semana do mundo rural no centro da cidade, mas deixam-se nestas condições as ruas que os agricultores precisam de usar diariamente para o exercício da sua profissão”, comparou Carlos Almeida.

“E ainda se fala em criar um piso inteligente na Rua do Caires”, ironizou o candidato da CDU, concluindo que “mais uma vez percebemos que as prioridades da política municipal não estão, claramente, alinhadas com as necessidades de quem vive e trabalha em Braga”.