Pinto de Matos é candidato à União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 
Sábado , Abril 4 2020 Periodicidade Diária nº 2411
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Pinto de Matos é candidato à União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 

José António Pinto Matos é o cabeça de lista do PS à União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães. O candidato assume-se com a ambição de “servir as três freguesias através de uma equipa jovem e capaz” e não “ser dono disto tudo”.

Pinto Matos é professor, nasceu e reside em Lamaçães. A sua atividade profissional foi desenvolvida em Nogueira e Fraião durante as últimas duas décadas, enquanto diretor do Agrupamento de Escolas de Nogueira.

O candidato afirma-se como “a pessoa certa para liderar um novo projeto para a Junta, face à sua experiência autárquica, ao seu envolvimento em instituições, associações e coletividades da comunidade e da região, e a sua capacidade de gestão de recursos e relações, que são conhecidas e reconhecidas no seu percurso de vida”. 

A sua candidatura responde aos apelos para “corporizar uma mudança de atitudes, com experiência autárquica e profissional capaz de envolver as associações na criação de um sentimento de pertença a estas freguesias”.

Pinto Matos lidera uma equipa jovem e quer implementar uma “gestão moderna, responsável e transparente na União de Freguesias”, tendo como prioridade prestar um serviço aos “mais frágeis e às populações, segundo valores éticos, humanistas e sociais”. Para o cabeça de lista do PS, “a Junta e quem a preside existe para servir as freguesias e não para criar a perceção que é dona disto tudo”.

Por sua vez, Miguel Corais, cabeça de lista do PS à Câmara Municipal de Braga, mostrou-se confiante na vitória do PS nesta União de Freguesias e espera que “estas três freguesias contribuam” para a sua conquista da Câmara Municipal.

No seu entender, as “mudanças devem valorizar os trabalhadores e o seu papel. Este executivo não se preocupa com aqueles que vivem do seu trabalho como se viu com o Rally de Portugal que prejudicou os comerciantes do Mercado e do Centro Histórico e agora com os feirantes, ao não criar uma alternativa por causa das obras do Parque de Exposições”.

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