Café ‘A Brasileira’ recebe Encontros da Ética: Diversidade, Inclusão Social e Igualdade
Quarta-feira , Julho 25 2018 Periodicidade Diária nº 1792
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Café ‘A Brasileira’ recebe Encontros da Ética: Diversidade, Inclusão Social e Igualdade

O movimento cívico ‘Braga para Todos’ inicia amanhã, dia 8 de março, a iniciativa ‘Encontros de Ética’, que irá decorrer a partir das 20h30 no segundo piso do café ‘A Brasileira’. O movimento pretende tornar estes encontros mensais, onde entre chás e cafés fala-se de temas da atualidade.

De acordo com Elda Fernandes, membro do movimento, “incluir é ação, o início para a mudança do paradigma, onde se inserem as pessoas e as perspetivas que trazem consigo. Incluir o outro é dar abertura para a sua aproximação, reconhecer a sua existência e entender que há outras perspetivas além do padrão dominante e da imposta normalidade”.

No encontro,  todos os presentes terão direito à palavra sem existir convidados, o que também é estratégia do movimento. “Por norma, temos convidados nas nossas atividades mensais, que vamos manter mas acreditamos que é urgente construir uma cidade com opinião e construtiva. Sobre o olhar do outro, a tecnologia é ótima e sem ela, o nosso movimento certamente não existiria ou seria mais difícil de sustentar face à vida pessoal e profissional de cada elemento do coletivo. No entanto, acreditamos que é muito importante “olhar o outro” e verificar se no nosso dia a dia trabalhamos o nosso eu para abraçar o todo ou vivemos em exclusão, e esse trabalho tem mais sentido fisicamente”, acrescenta Elda Fernandes.

A desigualdade de género, a diversidade social e o direito de todos ao espaço público serão temáticas a desenvolver neste encontro. Elda Fernandes explica que a ideia não é ser mais uma ação de feminismo,  apenas por ser o Dia Internacional da Mulher. “O dia 8 de março há muito que está deturpado, o que seria um dia de homenagear mulheres que morreram em protestos contra a desigualdade das leis laborais da época. Por isso, nesta data vamos tratar da inclusão social de minorias, da ainda luta pela igualdade de género, das lacunas na lei e também do direito ao espaço público porque isso condiciona milhares de mulheres diariamente”, concluiu.

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