‘Braga à Lupa’ evoca poeta João Penha
Sexta-feira , Dezembro 14 2018 Periodicidade Diária nº 1934
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‘Braga à Lupa’ evoca poeta João Penha

No âmbito do programa de divulgação patrimonial ‘À Descoberta de Braga’, o Município de Braga realiza, no próximo dia 14 de julho, mais uma sessão do ‘Braga à Lupa’, com a evocação do poeta João Penha.

A sessão está marcada para as 15h00, no Largo João Penha, e terá como convidados José Cândido de Oliveira Martins, da Faculdade de Filosofia de Braga, e António Conde, da Biblioteca de Vila Nova de Gaia.

Os interessados em participar devem efetuar inscrição prévia através do email cultura@cm-braga.pt.

João Penha (Braga, 1839-1919) é um poeta de origem bracarense, pouco conhecido, além de sofrivelmente editado e divulgado, cuja breve evocação se mostra oportuna. A sua obra poética ocupa um espaço singular nas tendências estéticas da Literatura Portuguesa em finais de Oitocentos.

Conviveu com escritores importantes do seu tempo, como Eça de Queirós, Antero de Quental, Guerra Junqueiro ou Gonçalves Crespo. Em Coimbra, fundou e dirigiu o influente jornal literário ‘A Folha’, publicação periódica em que colaboraram alguns dos nomes mais relevantes do meio literário da época.

‘A Folha’ foi sobretudo defensora do Parnasianismo, estética de que o poeta João Penha foi um dos grandes defensores, numa busca de apuro formal e superação do lirismo romântico. Obras publicadas: Rimas (Lisboa, 19883); Por Montes e Vales (Lisboa, 1899); Novas Rimas (Coimbra, 1905); Ecos do Passado (Porto, 1914); Últimas Rimas (Lisboa, 1919); O Canto do Cisne (Lisboa, 1923).

Recorde-se que o programa ‘À Descoberta de Braga’ é promovido pelo Município de Braga com o objetivo de dar a conhecer os principais momentos da história, os seus protagonistas, o património legado pelas diferentes eras, as tradições e costumes, reforçando o sentir comum e a coesão social.

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