Apresentado Estudo para Ecoparque das Sete Fontes
Domingo , Agosto 18 2019 Periodicidade Diária nº 2181
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Apresentado Estudo para Ecoparque das Sete Fontes

O Estudo Preliminar de Enquadramento Urbanístico do Ecoparque das Sete Fontes e respetiva proposta executória, desenvolvido por uma equipa técnica contratada pelo Município e liderada por Jorge Carvalho, foi apresentado esta semana a diversos proprietários e agentes políticos representativos da Câmara, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.

Em nota enviada à redação, o Município afirma que “as reuniões permitiram fazer um ponto de situação do processo, auscultar os intervenientes e informar sobre os passos que se irão seguir. “O programa para o Ecoparque das Sete Fontes pretende afirmar a sua salvaguarda, viabilizar o seu usufruto pela população, assegurar o enquadramento urbanístico e potenciar o seu valor patrimonial e paisagístico.”

O objetivo do estudo passa por qualificar a relação do Ecoparque com a ocupação envolvente (Gualtar, Hospital, Universidade, Bairro da Alegria, Quinta da Armada, Verdosas, Sete Fontes, Areal de Baixo e Areal de Cima), estabelecendo uma rede viária e polos vivenciais que se afirmem como “portas” de entrada, capazes de valorizar o Parque e estimular a sua vivência, utilização e segurança.

O processo avançará com alterações identificadas pela equipa técnica como necessárias no PDM, de modo a permitir ultrapassar questões de exequibilidade presentes no atual PDM. O estudo aprofunda e qualifica a relação com a envolvente e perspetiva acordos institucionais, com a elaboração de processos urbanísticos e fundiários capazes de agilizar e assegurar com sustentabilidade a sua efetiva execução.

No plano da valorização e preservação patrimonial, o Complexo Monumental das Sete Fontes está protegido, devido à suspensão do PDM, datada de 18 de fevereiro de 2014 e ao estabelecimento de medidas cautelares preventivas; à anulação do espaço canal previsto para o lanço da EN103 – Variante de Gualtar, entre o Nó do Hospital e o Nó Norte (Nó do Fojo), que colocava em risco a integridade do monumento e à classificação da área no âmbito do Plano Diretor Municipal como espaço verde delimitado por UOPG.

Na visão do Município de Braga, “as Sete Fontes têm um inequívoco e incontestável valor patrimonial, cultural e ambiental”, tendo o espaço sido alvo de diversas diligências por parte do Executivo com vista à sua recuperação, promoção e valorização.

O Executivo Municipal apreciará na próxima reunião de segunda-feira, 9 de julho, os referenciais estratégicos do percurso e validações estratégicas bem como as opções técnicas a assumir para a viabilização e execução deste projeto.

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